O Orkut foi um dos primeiros a obter sucesso no Brasil, com sua capacidade quase sociométrica de unir pessoas. Foi bom enquanto durou.
Virou um palco para pefis fakes (anônimos) com toda subjetividade de que isso traz, marca e constrói, alguns com características perversas.
Muitos ainda tentam resgatar o que pode ser saudável daquele que um dia fou um grupo operativo, mas que parece precisar de ações mais imediatas. Aquela área da cidade que é considerada perigosa no mundo real, assim se faz representar também no virtual, mas com características própias desse epaço. Há que se tomar cuidado e evitar algumas situações corriqueiras, como a questão dos famosos vírus ou invasores.
Vale ressaltar aqui que não há qualquer tipo de exclusão social neste aspecto, visto que a inclusão digital parece ter sido bem incentivada em nosso país. Estamos no topo do ranking mundial de acessos a internet, mas, infelizmente, não estamos no topo da lista do quesito educação. Somos, infelizmente, considerados um grupo mal-educado virtualmente, já fomos chamados de “gafanhotos digitais”, pois adentramos sem pedir licença, manuseamos as mídias de forma equivocada e espantamos os demais usuários.
Questões que podem levar a sérias reflexões sobre a “inclusão digital” e que levam a estabelecer a necessária organização par o correto funcionamento de todo esse sistema.
No aspecto da inclusão, muitos teóricos têm destacado o domínio da língua como o marcador mais importante do mundo virtual, onde outras direrenças do mundo off line se encontrarão bastatne atenuadas no ciberespaço.
fevereiro 2, 2010 às 2:29 pm |
Mto bom seu blog ^^